Palestras sobre oncologia, saúde integrativa e hematologia encerram Semana Acadêmica Integrada

Última noite discutiu sobre avanços na área da saúde - Foto D.A Biomedicina

A IV Semana Acadêmica de Biomedicina e a XXVIII Semana Acadêmica de Farmácia da Urcamp chegaram ao fim na noite desta quinta-feira, 25, no Salão de Atos do Campus Central, com três palestras que abordaram temas relacionados à atuação profissional e aos avanços na área da saúde. O evento foi promovido pelos diretórios acadêmicos dos cursos, com apoio das coordenações.

A primeira palestra da noite tratou da “Farmacocinética dos quimioterápicos: implicações para a prática clínica”, ministrada por Simone Medeiros. A apresentação destacou o papel do farmacêutico na oncologia, área que exige alta qualificação, tanto na graduação quanto em pós-graduação. “É uma função complexa, que envolve desde a manipulação até a dispensação de medicamentos, sempre com o objetivo de proporcionar melhor qualidade de vida ao paciente em conjunto com a equipe multidisciplinar”, explicou a palestrante.

Na sequência, Susana Gasparri apresentou a temática “Atuação do farmacêutico na saúde integrativa”, trazendo uma reflexão sobre novas perspectivas no cuidado à saúde. Ela destacou abordagens como a Nova Medicina Germânica e a Medicina Tradicional Chinesa, que buscam compreender a origem das doenças e sintomas também por aspectos emocionais e psicossociais. “A saúde integrativa nos convida a olhar para os sintomas como respostas biológicas do corpo diante de conflitos emocionais. Entender essas manifestações permite acolher o paciente de forma mais ampla e humana”, afirmou.

Encerrando a programação, Bruna Bergamo abordou o tema “Leucemias agudas: o terror que se inicia no laboratório e se estende à emergência”. Ela explicou que a escolha do assunto se deu pela relevância da doença e pela constante evolução científica na área. “As leucemias agudas, que antes estavam associadas a alta mortalidade, hoje já apresentam chances de cura, especialmente com diagnóstico precoce e terapias cada vez mais avançadas. A ciência está em permanente transformação, trazendo novas possibilidades de tratamento”, destacou.

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