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Pesquisa do curso de Administração aponta queda no custo do cesto de produtos básicos

Os acadêmicos do quarto semestre do curso de Administração da Universidade da Região da Campanha (Urcamp) realizaram mais uma análise do custo da cesta básica considerando a média do terceiro trimestre em Bagé. De acordo com a pesquisa, em relação ao segundo trimestre houve uma redução de 16% nos custos dos produtos da cesta de materiais e gêneros alimentícios básicos.  Análise dos acadêmicos e professores constatou uma queda na maior parte de produtos.

A maior parte dos produtos teve baixa nos preços e apenas alguns obtiveram aumento nos custos. A carne bovina, por exemplo, apresentou uma expressiva redução em relação ao segundo trimestre chegando a diminuir em 34%, assim como a carne de aves que também vinha em elevação e agora caiu em 29% em relação ao segundo no seu custo ao consumidor. 

O arroz, outro produto bastante importante no consumo dos brasileiros, que já havia tido uma redução de 4,16%, agora teve ampliada sua redução para 8% neste terceiro trimestre. O feijão, que também no segundo trimestre obteve uma redução de 5,82%, aumentou sua redução para 9%. A batata inglesa que havia sido o segundo item do Grupo Alimentação da Cesta Básica que no trimestre passado teve maior aumento, ficando na casa dos 57,58%, nesse terceiro trimestre assumiu a posição de item numero um em redução, mesmo que o índice de 42% tenho sido menor que o índice do trimestre anterior.  A análise aponta, ainda, o grande aumento da farinha de trigo, alcançando a elevação de 50% no preço do produto.

Já com relação aos produtos do Grupo Higiene a maioria teve aumento, chamando a atenção neste trimestre a redução de 40% no preço do desodorante. Com relação aos produtos do Grupo Limpeza, onde os produtos tiveram alternadas variações para mais ou para menos, o índice da esponja de aço obteve a maior elevação alcançando a casa de 37%. Já o produto que teve maior redução ficou por conta do sabão em pó que atingiu 27% a menos em relação ao trimestre anterior. 

De acordo com o grupo de pesquisadores, o dólar permaneceu nesse período não apresentando maiores oscilações, mantendo-se em patamares estáveis estando em torno R$3,30 o que pode sinalizar um novo rumo à economia brasileira, principalmente em termos de perspectivas para 2018. “É importante destacar que ao fazer um comparativo entre o salário mínimo nacional vigente, constatamos que em relação ao segundo trimestre o valor dos produtos básicos compromete aproximadamente 70,98% do valor do salário mínimo neste terceiro trimestre, sendo um percentual muito elevado para o trabalhador bajeense, mas que ficou abaixo dos 84,01% do trimestre anterior”, frisam os pesquisadores.

A análise da pesquisa foi coordenada pelos professores Rita Luciana Saraiva Jorge e Ricardo Leal Cougo.

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