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Acadêmicos relatam experiências nas apresentações de trabalhos em Montevidéu

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Cerca de 10 trabalhos foram apresentados por acadêmicos dos cursos de História, Sistemas de Informação, Jornalismo, Administração e Ciências Biológicas da Universidade da Região da Campanha (Urcamp) durante o 18º Encontro Iberoamericano de Cementerios Patrimoniales, em Montevidéu, no Uruguai.

O grupo de alunos com a professora e coordenadora do curso de História, Clarisse Ismério, voltou recentemente de viagem com muitos conhecimentos e aprendizados. As pesquisas apresentadas no evento estiveram voltadas para a área patrimonial e cemiterial, com ênfase em representações através da poesia; o cemitério na poesia; as mulheres na área cemiterial – religiosidade, os ritos de passagem do batuque afro-gaúcho, entre outros.

Os alunos de Sistemas de Informação, Denizar Souza, Josiellén Milano e Fabiane Vargas participaram do evento, pois estão envolvidos em dois trabalhos do projeto Patrimônio Digital, coordenado por Clarisse Ismério e Fábio Paz. Os acadêmicos explicaram sobre “Patrimônio Digital: Gestão e organização do acervo cemiterial” e “Patrimônio Digital: Revitalização digital dos acervos museológicos de Arte Sacra e Cemiterial”.

O discente Denizar Souza diz que é importante apresentar um trabalho em evento internacional. “É uma troca de conhecimento, pois na mesma sala de apresentação também tivemos explanação sobre Fotografias Patrimoniales em 3D, que também tem uma relação com a nossa área”, comenta. Souza ainda frisa que o trabalho em conjunto com os demais cursos oportuniza uma troca de conhecimento das áreas, além do networking realizado com os pesquisadores e acadêmicos de inúmeras instituições de diferentes países. “Assim trazemos novas ideias ao nosso projeto e também mostrar no que estamos trabalhando, pois o conhecimento tem que ser disseminado e não ficar fechado dentro da instituição”, completa.

Já a estudante de Jornalismo, Hallana Oliveira, destaca que a experiência foi única em apresentar a cosmovisão africana e gaúcha para outro país. A acadêmica explanou sobre “Ritos de passagem no batuque afro-gaucho”, com co-autoria dos colegas Tanize Sedrez e Samuel Nunes. “Conseguimos mostrar que o nosso Rio Grande do Sul tem muito a oferecer em termos de cultura negra, que perpassa diversos seguimentos da sociedade, se opondo ao que é vendido para o resto do mundo, mostrando que o Estado é sim Negro, e o batuque, religião afro-gaúcha, é a prova disso”, ressalta.

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Ainda segundo Hallana, embora eles tenham apresentado um artigo que revela sobre a visão de morte que consiste uma série de rituais, conseguiram discutir e mostrar a diversidade de práticas religiosas que são ricas e existem dentro da própria religão dentro do Rio Grande do Sul.

A Urcamp foi uma das apoiadoras do evento internacional, promovido pela Red Iberoamericana de Gestión y Valoración de Cementerios Patrimoniales. O encontro reuniu pesquisadores de vários países da América Latina.

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